Rigor no controle. Transparência no que você vê.
Duas coisas que costumam ser promessa, e que aqui são o jeito de trabalhar.
Você não precisa perguntar como está
O andamento, o que foi feito, o que consumiu e o que vem a seguir ficam à sua vista, atualizados. Sem relatório montado na véspera da reunião, e sem depender de alguém lembrar de mandar.
Cada hora tem origem e destino
Nada é cobrado sem estar ligado a um pedido seu, com registro e aprovação. O saldo do contrato não é uma conta refeita no fim do mês: é um número que se sustenta sozinho e que você confere quando quiser.
Falamos antes, inclusive quando a resposta é não
Prazo que não vai caber, customização que vai doer na próxima atualização, escopo que resolve o sintoma e não a causa. Dizer isso na hora custa uma conversa difícil; não dizer custa o projeto.
Parceiro estratégico, não fornecedor de horas
A diferença aparece na terceira reunião. Fornecedor responde ao que foi pedido; parceiro pergunta por que foi pedido, e às vezes responde que o caminho é outro — com o número na mão. É para isso que existe o medir, não supor: opinião sobre desempenho, risco fiscal ou prazo é barata. Medição custa tempo e resolve discussão.
Medir, não supor
Antes de afirmar que está lento, medimos. Antes de dizer que resolveu, reproduzimos o problema e vemos ele sumir.
O silêncio é o inimigo
Erro que não aparece vira prejuízo meses depois. O que falha tem de falar — e dizer o que fazer.
Customização tem custo futuro
Toda linha escrita fora do padrão volta na próxima atualização. Quando vale a pena, vale; quando não, dizemos.
Conte o seu cenário
Respondemos em português claro, com o que dá e o que não dá. Normalmente no mesmo dia útil.